"Nada de extraordinário aconteceu, apenas mais uma tragédia, o mundo está cheio delas", foi o que eu disse para as autoridades de Rockport naquela cálida manhã. Como poderia ser diferente, sob o olhar vigilante do meu sargento, Thomas Blerg. "Houve um naufrágio, com muita sorte, meus companheiros e eu conseguimos chegar à ilha do farol e lá nos deparamos com uma cena de crime. Quando consegui fazer o rádio funcionar, pedi ajuda à guarda costeira que nos resgataram e aqui estamos", finalizei meu depoimento.
